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03 setembro 2019

Lellê volta ao Rock in Rio para 1º show da carreira solo, após passinho em show de Alicia Keys

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O palco do Rock in Rio não é exatamente uma novidade para Lellê. Enquanto integrava o Dream Team do Passinho, a ainda Lellezinha subiu ao palco do festival de 2017 com outros integrantes do grupo a convite de Alicia Keys.

Naquele mesmo ano, ela também fez a cobertura do palco Sunset para o canal Multishow. “Ou seja, dominamos tudo”, diz brincando, em entrevista ao G1.

“Foi ótimo. Tive que estudar bastante pra cobrir o palco Sunset, então já tenho familiaridade maior com aquele público, aquele palco. Sei como funciona. É um palco mais político, as pessoas estão ali pra ouvir você, saber o que você tem a dizer.”

“Com a banda que escolhi, o balé que escolhi, as músicas que escolhi.”

Lellê se apresenta no Sunset do Rock in Rio em 27 de setembro. A direção musical do show ficará a cargo de Rafael Mike, do Dream Team do Passinho. “Separamos como grupo, mas o amor continua”.

De Lellezinha para Lellê

No início de 2019, ela anunciou sua carreira solo. Junto, veio a mudança de nome. “Lellezinha não cabia mais, mudei para Lellê. E as pessoas já me chamavam assim.”

Em junho, lançou seu primeiro single com direito a clipe.

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Foi quando falou sobre a missão de trazer referências negras para o projeto: “Sou preta, não tem como não levar [essa missão para a carreira]. Mas ali em ‘Mexe a raba’ foi simbólico mostrar minhas referências super fortes.”

Essas referências serão vistas no Rock in Rio. “Vou apresentar minha história, quem sou, que artista é essa. Vai ser o show onde vou me apresentar para o público”.

E vai ter convidada especial também. Lellê convocou a cantora luso-brasileira Blaya para subir com ela ao palco e repetir a parceria já feita no Rock in Rio 2018, em Portugal.

Lellê canta com Blaya no Rock in Rio Portugal, em 2018 — Foto: Divulgação/RIR

Blaya, codinome de Karla Rodrigues, tem 32 anos e nasceu em Fortaleza. Mas se mudou ainda bebê para Portugal. Iniciou a carreira na capital portuguesa como dançarina no grupo de kuduro Buraka Som Sistema. Com o tempo, também passou a cantar.


“A gente misturou várias coisas, coreografias, ensaiamos muito pra que eu pudesse colocar meu ritmo, coreografias, de tudo que aprendi e misturar com o que ela traz, dancehall, kuduro. Vamos pegar tudo o que a gente já fez lá e levar para o Rock in Rio.”

Além do histórico com dança e música das duas, Lellê vê em Blaya um pouco de sua história.

“Ela é mulher rapper em Portugal, que tem uma cena super machista. E ela sobrevive naquela cena. Eu passei isso com o Passinho.”

“O início [no Dream team do passinho] foi bem machista. Até hoje é. Mas acredito que como eu era bem mais teimosa, as coisas mudaram. Já haviam meninas na cena, mas fui a primeira mulher a botar a cara e não só ficar naquele lugar, mas trazer a evolução do passinho.”

Grupo carioca Dream Team do Passinho encerrou evento em Salvador — Foto: Odú Comunicação/Divulgação

Fonte:G1

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