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16 novembro 2020

Trends |Segunda-feira 16/11/2020

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Neste domingo, dia 15, brasileiros foram às urnas para votar em prefeitos e vereadores. Já com os resultados do 1º turno, analistas viram poucos candidatos apoiados pelo presidente serem bem-sucedidos. Na esquerda, o PT perdeu espaço para outros partidos, como o PSOL. E muitos viram o centro como vitorioso.

Sebastião Melo, do MDB, e Manuela D’Ávila, do PCdoB, vão disputar o segundo turno para a Prefeitura da capital gaúcha. A votação acontece no dia 29 de novembro.

O vereador de São Paulo, Eduardo Suplicy (PT – SP), garantiu a sua reeleição como o candidato com mais votos do Brasil, foram 167.427 – ainda com 99% das urnas apuradas. O número, no entanto, é inferior ao que ele conseguiu na última vez em que concorreu ao cargo.

Eleições em São Paulo: Covas e Boulos disputam o 2º turno na capital
O atual prefeito Bruno Covas (PSDB) alcançou 32% dos votos, enquanto Guilherme Boulos (PSOL) teve 20%. Márcio França (PSB) e Celso Russomanno (Republicanos) tiveram 13% e 10% dos votos, respectivamente.

Eleições no Rio: Paes e Crivella vão ao 2º turno
Com 99,9% das urnas apuradas, Eduardo Paes (DEM), com 37,01% dos votos, e Marcelo Crivella (Republicanos), com 21,9%, disputam a nova votação no dia 29. Tarcísio Motta (PSOL) é o vereador mais votado.

Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, voltou a defender a segurança da urna eletrônica neste domingo. Segundo Barroso, “não podemos ter medo da modernidade e retroagir ao voto impresso”. O ministro já havia se posicionado quando o presidente Jair Bolsonaro defendeu a modalidade. Segundo o STF, “impressão de registro de voto põe em risco sigilo e liberdade de voto”. O voto impresso já foi testado em 2002 e custaria cerca de R$ 2,5 bilhões.

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